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“Sou mulher negra de tradição de matriz africana, mãe de um jovem rastafari. Uma mulher que acredita que ter fé, é ter compromisso com a vida, com a liberdade e a democracia. Nós mulheres negras sabemos a dor e a delícia de sermos oriundas de uma trajetória de vida permeadas pelo racismo, pela opressão, pelo machismo e homofobia. Mulheres que mesmo na adversidade conseguem extrair a beleza de ser Mulher Negra, mães e guerreiras.” Makota Celinha Gonçalves – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira
“O ciclo de vida da CESE, tem a ver muito com a minha vida pessoal e política. Entrei Acompanhei uma efervescência importante da anistia e o fato de a declaração universal dos direitos humanos surgir sobre os escombros da Segunda Guerra, marcou muito todos nós e a CESE em particular, por conta de seu lado progressista. É indissociável a luta por direitos e a luta por democracia.” José Carlos Zanetti , assessor de Projetos de Formação da CESE