[:pb]Terceira edição do evento encerra com sucesso de crítica e casa lotada[:en]Third edition of the event closes with critical acclaim and a packed house[:]

[:pb]A lotação máxima do Teatro Castro Alves (de 1.500 pessoas) foi só a expressão numérica do sucesso da 3ª edição do Projeto Música e Direitos Humanos: a riqueza do espetáculo foi o caldo efervescente da mistura entre artes e estéticas de diversas naturezas para reflexão sobre direitos humanos.

Neste ano, a organização inseriu o espetáculo no calendário da campanha internacional “16 dias de Ativismo pelo fim da Violência contra as Mulheres”. Para celebrar essa mobilização, a exposição “Mulheres: Promoção e Igualdade de Direitos” deu as boas vindas aos presentes no foyer do Teatro, que puderam entrar em contato com as lutas de mulheres apoiadas pela CESE: indígenas, quilombolas, trabalhadoras rurais, ativistas, jovens, gestoras políticas, mulheres negras.

Em seguida, o Grupo Ágape desafiou os convidados com poesias sobre violação de direitos de juventudes, racismo, com foco especial sobre sexismo e empoderamento de mulheres.

Crédito: Maurício Serra

Crédito: Maurício Serra

Já no palco do Teatro Castro Alves, a acolhida ao público foi feita pelos mestres de cerimônia Rita Batista e Jackson Costa, que apresentaram o trabalho da CESE e dados socioeconômicos da realidade de mulheres no Brasil. Recitadas por Jackson, as poesias de Cora Coralina e Audrey Ruston deram a deixa para o início do concerto inédito da Orquestra Afrosinfônica com Maria Bethânia.

A Orquestra apresentou faixas do seu álbum de estreia, Branco, como Um Navio, o Oceano e uma Montanha, Antakarana, a tríade Feira das Sete Portas, São Joaquim e Água de Meninos, fechando com Omadê Omulilo.

Imersa no cenário do palco, encoberto com folhas de terreiro, Maria Bethânia iniciou sua apresentação com a canção Salve as Folhas, entoando os versos “sem folha não tem sonho / sem folha não tem vida / sem folha não tem nada”. A cantora seguiu seu repertório com arranjos do maestro da Afrosinfônica, Ubiratan Marques, com “Oração a Mãe Menininha”, “O Quereres”, “Oração ao Tempo”, “Vento de Lá / Imbelezô” e “Reconvexo”, deixando o público em frenesi.

Crédito: Shirley Stolze

Crédito: Shirley Stolze

Após a participação de Bethânia, o conjunto apresentou a música “Reza” e encerrou o concerto com a música “Oxalá”. O momento foi marcado pelo abraço coletivo, referências e saudações entre Maria Bethânia e Orquestra Afrosinfônica, expressando o sentimento de gratidão e de alegria que envolveu o Encontro do Bem, realizado pelo terceiro ano consecutivo pela CESE.

EXIBIÇÃO NA TV BRASIL E TVE BAHIA

Um presente no final do ano: a exibição da Terceira Edição do Show CESE ”Música e Direitos Humanos”, no próximo sábado,26, pela TV BRASIL, às 22h e pela TVE Bahia, às 18h. Confira mais um show solidário, com renda revertida aos projetos sociais que a CESE apoia, este ano com a magia da Orquestra Afrosinfônica e a participação especial de Maria Bethânia. É sábado!

TV BRASIL, às 22h
http://tvbrasil.ebc.com.br/…/2015-12-22-tv-brasil-exibe-esp…

TVE Bahia canal 10 e também online pelo Portal.
www.irdeb.ba.gov.br/destaques-tve/16020[:en]The maximum capacity of the Castro Alves Theater (1,500 people) was only the numerical representation of the success of the Third edition of the Projeto Música e Direitos Humanos (Music Project and Human Rights). The richness of the show was the effervescent melting pot of arts and aesthetics of various types for reflection about human rights.

This year, the organization inserted the show within the calendar of the international campaign “16 days of Activism to end Violence against Women”. To celebrate this mobilization, the exhibition “Women: Promotion and Equal Rights” welcomed those present in the foyer of the theater, who could get in touch with the struggles of women supported by CESE: the indigenous, quilombolas (women of towns that were originally formed as slave havens), rural workers, activists, youth, political managers, and black women.

Em seguida, o Grupo Ágape desafiou os convidados com poesias sobre violação de direitos de juventudes, racismo, com foco especial sobre sexismo e empoderamento de mulheres.

Crédito: Maurício Serra

Credit: Maurício Serra

Already taking the stage at the Castro Alves Theater, the audience’s welcoming was made by masters of ceremony Rita Baptist and Jackson Costa, who presented the work of CESE and socioeconomic data of the reality of women in Brazil. Recited by Jackson, the poetry of Cora Coralina and Audrey Ruston rang in the start of an unprecedented concert of the Orchestra Afrosinfônica with Maria Bethania.

The Orquestra presented selections from their debut album Branco, such as “Um Navio” (A Ship), “o Oceano e uma Montanha” (The Ocean and a Mountain), “Antakarana”, the triad “Feira das Sete Portas”, “São Joaquim” and “Água de Meninos” (Water for Boys), and closing with “Omadê Omulilo”.

Immersed in the stage setting, covered in “folhas de terreiro” (leaves from Candomble grounds), Maria Bethania began her presentation with the song “Salve as Folhas” (Save the Leaves), singing the lines “without a leaf there are no dreams / without a leaf there is no life / without a leaf there is nothing.” The singer followed her repertoire with arrangements of the conductor of Afrosinfônica, Ubiratan Marques, with “Oração a Mãe Menininha” (Prayer for a Child Mother), “O Quereres” (The Wanting), “Oração ao Tempo” (Prayer for Time), “Vento de Lá / Imbelezô” e “Reconvexo”, bringing the audience to a frenzy.

Crédito: Shirley Stolze

Credit: Shirley Stolze

After the participation of Bethania, the group presented the song “Reza” (Pray) and ended the concert with the song “Oxalá” (I wish). The moment was marked by a group embrace, and references and salutations from Maria Bethania and Orchestra Afrosinfônica expressing the feeling of gratitude and joy that was part of the Encontro do Bem (Meeting of Good), held for the third consecutive year by CESE.[:]


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