Cultura do ódio é tema de debate da Campanha “Tire os Fundamentalismos do Caminho: Pela Vida das Mulheres” – Ecumenismo | Notícias | Cese | Coordenadoria Ecumênica de Serviço

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Data: 22.06.21

Cultura do ódio é tema de debate da Campanha “Tire os Fundamentalismos do Caminho: Pela Vida das Mulheres”

No próximo dia 30 de junho, quarta-feira, às 17h, a Campanha “Tire os Fundamentalismos do Caminho: Pela Vida das Mulheres” realizará o debate online “Fundamentalismos como cultura do ódio” e convidamos a todes para acompanhar nossa conversa!

A roda será partilhada pela Iyalorixá Jaciara Ribeiro, liderança do terreiro Axé Abassá de Ogum, de Salvador/BA; Betsabeth Condor Vargas, luterana, teóloga, educadora e pesquisadora social, Peru; e Letícia Rocha, graduada e mestra em Ciências da Religião, compõe o Núcleo de Incidência Religiosa das Católicas pelo Direito de Decidir. A mediação ficará por conta de Yasmin Bitencourt, jovem feminista do Rio de Janeiro, integrante da equipe do Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS) e da Campanha Tire os Fundamentalismos do Caminho.

A live será transmitida em Português no Facebook e em Espanhol no Zoom (através do recurso de tradução simultânea). Clique aqui para fazer inscrição.

Teremos também a tradução em Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais.

Se inscreva e acompanhe nosso debate!

Sobre a Campanha Tire os Fundamentalismos do Caminho: Pela Vida das Mulheres.

Somos um grupo de organizações interreligiosas, feministas e da sociedade civil laicas que tem observado o crescimento e aprofundamento dos fundamentalismos no Brasil e o quanto estes afetam e ameaçam profundamente as nossas vidas. O fazemos também, a partir de nossas vivências de fé. Nosso objetivo é alertar a sociedade sobre os avanços dos fundamentalismos no Brasil e o risco que representam à vida das mulheres. Queremos visibilizar o sofrimento, dor e morte de mulheres, resultantes de uma visão política, econômica, social, religiosa, que fomenta a cultura do ódio, é misógina, machista, patriarcal, racista e capitalista, se opondo a uma vida livre de violências, a que todas temos direito. Este fenômeno não é somente brasileiro, ele se espalha pela América Latina e Caribe e, também, pelo mundo, com suas contextualizações específicas.

ESPANHOL

La Campaña “Saque los fundamentalismos del camino” celebrará el debate en línea “Los fundamentalismos como cultura del odio”

El 30 de junio, miércoles, a las 17:00 horas, la Campaña “Saque lo+s fundamentalismos del camino” celebrará el debate en línea “Los fundamentalismos como cultura del odio” e invitamos a todos a unirse a nuestra conversación!

La mesa redonda será compartida por Iyalorixá Jaciara Ribeiro, líder del Axé Abassá de Ogum, de Salvador/BA; Betsabeth Condor Vargas, luterana, teóloga, educadora e investigadora social, de Perú; y Letícia Rocha, licenciada y máster en Ciencias de la Religión, compone el Núcleo de Incidencia Religiosa de Católicos por el Derecho a Decidir.  La mediación correrá a cargo de Yasmin Bitencourt, joven feminista de Río de Janeiro, miembro del equipo del Instituto de Alternativas Políticas para el Cono Sur (PACS) y de la Campaña Saque los fundamentalismos del camino.

La transmisión en vivo será en portugués en Facebook y en español en Zoom (a través de la función de traducción simultánea). Es necesario registrarse en el enlace para acceder. También tendremos traducción al Libras, la lengua de signos brasileña.

¡Inscríbete y participe de nuestro debate!

Sobre la campaña Saque los fundamentalismos del camino: por la vida de las mujeres.

Somos un grupo interreligioso de mujeres que hemos observado el crecimiento y la profundización de los fundamentalismos en Brasil y cómo éstos afectan y amenazan profundamente nuestras vidas. También lo hacemos desde nuestras experiencias de fe. Nuestro objetivo es alertar a la sociedad sobre los avances de los fundamentalismos en Brasil y el riesgo que representan para la vida de las mujeres. Queremos visibilizar el sufrimiento, el dolor y la muerte de las mujeres, resultado de una visión política, económica, social, religiosa, que fomenta la cultura del odio, es misógina, machista, patriarcal, racista y capitalista, oponiéndose a una vida libre de violencia, a la que todos tenemos derecho. Este fenómeno no es sólo brasileño, sino que se extiende por toda América Latina y el Caribe, y también por todo el mundo, con sus contextualizaciones específicas.