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Depoimentos

“Nossa principal luta é para garantir o acesso a terra. O Congresso está tentando tirar direitos com a PEC 215. Direito não é pra tirar, é pra ser cumprido.”

(Anastácio Peralta – Guarani Kaiowa/MS

 

 

 

 

 

 

 

 

“Nossa sociedade não reconhece o papel das parteiras e pajés na medicina tradicional. A CESE

tem sido fundamental para dar continuidade à atuação dessas mulheres.”

(Leticia Yawanawa – Organização de Mulheres Indígenas do Acre)

 

 

 

 

 

 

“Nós sempre fomos discriminadas no trabalho e pela cor da pele, o que deixa a autoestima baixa.  O projeto apoiado pela CESE nos fortalece ainda mais.”

(Valdeci Oliveira – Associação Quilombola Conceição das Crioulas/PE)

 

 

 

 

 

 

 

“A CESE, que nos apoia há mais de uma década, e conhece nossa luta, é quem nos encoraja a articular, com outras comunidades quilombolas, a regularização do Território das Comunidades Tradicionais Pesqueiras e a resistir e denunciar todas as situações de injustiça que passamos. Tenho paixão, respeito e compromisso pelo movimento. Hoje sou outra pessoa, tenho autoestima, tenho meu papel na sociedade e na comunidade. Não dependo de uma figura masculina. Sou marisqueira, pescadora, é o que eu escolhi fazer e tenho orgulho disso’’.

Marizélia Carlos Lopes , conhecida como Nega, presidente da Colônia de Pescadores Z-4, é a líder da Comunidade Quilombola de Bananeiras, na Ilha de Maré.

 

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