Depoimentos – Programas | Cese | Coordenadoria Ecumênica de Serviço

Programas

Depoimentos

Sonia-TerraO Julho das Pretas é muito maior do que o 8 de março, porque ele é nosso, traz a nossa ancestralidade e reforça nossos passos. É pra dizer que continuamos seguindo com determinação e consciência aonde a gente quer chegar. Sônia Terra – Instituto da Mulher Negra (PI)

 

 

Rosalva“As Mulheres Negras fazem parte de números assustadores, sobretudo relacionados à violência. Trabalhamos no sentido de melhorar essa realidade e tirar essa discussão de traz das cortinas”. Rosalva Gomes – Movimento das Mulheres Quebradeiras de Côco Babaçu (MA)

 

 

Eliete“Sou marisqueira e quilombola, mulher das águas, do mangue e da lama, que vive todos os dias violação de direitos tanto à saúde da mulher negra, como o direito de ir e vir. Por isso, nos juntamos para refletir sobre violações que sofremos, mas também com entendimento do empoderamento.” Eliete Paraguassu – Articulação das Mulheres Pescadoras (BA)

 

 

Elionice“As mulheres pescadoras vivem um processo de invisibilidade no que diz respeito aos direitos e tem como principal bandeira de luta a defesa do território pesqueiro. No apoio à campanha pela defesa deste território, a gente tem contado com a sensibilidade da CESE, no sentido de compreender a importância dessa luta, engrossando a fileira da defesa dos territórios pesqueiros.” (Elionice Sacramento – Articulação das Mulheres Pescadoras)

 

 

Maria das Dores

“Nossa batalha diária tem sido pela melhoria da qualidade de vida e de bem viver das mulheres. A CESE tem sido parceira das mulheres negras da Amazônia e esse apoio é de fundamental importância para o nosso trabalho – como o projeto Mulheres Negras e Populares e outros projetos  também que nós temos.” (Maria das Dores Almeida – Articulação Nacional de Mulheres Negras)

 

 

Ana Claudia - seria

“A CESE tem sido uma instituição que a gente não quer perder de vista porque ela vem ao nosso encontro, no sentido de nos apontar soluções, de fortalecer nossa identidade coletiva (étnica e quilombola), e principalmente como nossa organização deve se articular para garantir o processo autônomo.” (Ana Claudia Matos – Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins)