Política de Comunicação – Quem é a Cese | Cese | Coordenadoria Ecumênica de Serviço

Quem é a Cese

Política de Comunicação

INTRODUÇÃO

A CESE, organização ecumênica que atua na promoção, defesa e garantia de direitos, tem como missão fortalecer movimentos, grupos populares e outras organizações empenhadas nas lutas por transformações políticas, econômicas e sociais que conduzam a estruturas em que prevaleça a democracia com justiça, na perspectiva dos direitos humanos.

Com atuação em âmbito nacional e priorizando as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a CESE se apoia num ecumenismo de direitos, mobilizando igrejas e organizações ecumênicas – em articulação com outras expressões de fé – para se posicionarem a favor da democracia e dos direitos, solidarizando-se com as lutas dos movimentos populares.

Em sua trajetória de cinco décadas, a CESE tem buscado dar concretude à sua missão por meio de estratégias de ação que envolvem o apoio a projetos, ecumenismo e diálogo inter-religioso, as atividades de formação, o diálogo e a articulação, bem como a incidência política. Todas essas são ações em que a Comunicação exerce uma função estratégica e determinante para os objetivos da instituição.

Desse modo, por meio de sua Política de Comunicação, a CESE estabelece diretrizes de ação, visando consolidar e potencializar a sua atuação em múltiplas frentes, partindo do duplo reconhecimento de que, neste campo, se impõem desafios a uma atuação pautada na defesa de direitos, equidade e igualdade, ao mesmo tempo em que está presente uma gama de potencialidades de articulação, resistência e engajamento junto às forças populares e democráticas.

Concepção de Comunicação

A CESE reconhece que a sua legitimidade e capacidade de incidência política resulta, fundamentalmente, do grau de reconhecimento de suas causas e estratégias por parte da sociedade, o que, por sua vez, reflete a na sua capacidade de articulação e ação em rede. Essas redes conectam experiências locais com pautas amplas, constroem identidades, definem agendas políticas, divulgam ideias e mobilizam ações.
Vivemos um cenário político-social em que a informação e a comunicação ocupam, cada vez mais, o centro das estratégias de ação das organizações da sociedade civil. Em meio a uma infraestrutura digital acelerada, que demanda e prescreve soluções de comunicação como necessárias – e urgentes – à nossa ação e atuação, potencializar a cooperação, o intercâmbio e a ação coletiva são objetivos primordiais.
Em vista disso, buscamos consolidar uma concepção orgânica e estratégica de comunicação, um resultado natural da centralidade que a comunicação vem adquirindo na sociedade, como processo social e epicentro de muitas transformações e inovações técnicas e tecnológicas, as quais exigem da CESE um olhar cuidadoso voltado ao aprimoramento de competências e à compreensão das linguagens digitais.

Desse modo, o conceito de comunicação ganha novos contornos, à luz de suas particularidades técnicas, com canais e por meio da produção de informação; e políticas, enquanto competência, que atravessa as estratégias de articulação, alianças, formação, mobilização, sensibilização, ação em rede e incidência.

A CESE acredita em uma comunicação essencialmente democrática, que exerça uma função contra-hegemônica e confira visibilidade a causas, grupos e movimentos historicamente invisibilizados e silenciados e que dê corpo à missão de construir pontes no caminho da igualdade, da equidade e da justiça social.

Nos tempos atuais, “comunicar é cada vez menos transmitir, raramente compartilhar, sendo cada vez mais negociar e, finalmente, conviver” . Isso significa, para nós, fazer da comunicação um meio de exercer a partilha, construindo um diálogo entre os seus objetivos práticos e a nossa identidade enquanto instituição.

O que mobiliza a CESE a desenvolver uma Política de Comunicação?

A Política de Comunicação da CESE é um instrumento vivo de orientação e monitoramento das práticas de comunicação da organização, cuja criação está amparada em um amplo processo de construção participativa, realizado entre 2020 e 2022. A partir de uma leitura de cenário, foi realizado um processo de avaliação externa da Comunicação que apontou para a necessidade da elaboração de uma Política que abranja e oriente outros processos internos de regulação da comunicação, como planos estratégicos, política editorial, manuais de identidade visual e procedimentos para construção de posicionamentos.

Cenário de origem da avaliação externa

A Comunicação é uma estratégia institucional extremamente importante para dialogar com a sociedade sobre direitos humanos, buscando fazer um contraponto à mídia hegemônica. Ao associar a participação/intervenção popular aos valores da democracia, a CESE está ajudando a gestar uma nova cultura no que diz respeito à compreensão desses direitos.

Sendo assim, a CESE busca comunicar estrategicamente sua atuação junto à sociedade, movimentos sociais, movimento ecumênico e apoiadores/as, como forma de amplificar e dar

visibilidade às causas defendidas pelos movimentos e organizações parceiras com quem se articula.

Na última década, a comunicação institucional da CESE teve um aporte significativo para a estruturação do setor e para novas ações de comunicação externa.

No mesmo período, grandes modificações tecnológicas – como a internet de banda larga, o uso de smartphones e outros aplicativos de produção e edição – oportunizaram a adoção de outras formas e instrumentos nesse campo, facilitando a distribuição de novos conteúdos. Por outro lado, a criminalização das organizações sociais também se intensificou no período e nos impôs um olhar mais cuidadoso para questões relacionadas à segurança da informação e comunicação em todas as nossas estratégias e canais de comunicação.

Nesse contexto, a comunicação externa da instituição ampliou significativamente sua produção de conteúdo e compartilhamento de materiais das organizações populares e ecumênicas para distribuição em diversas redes e canais. Para cada retrocesso, um posicionamento.

Notas, notícias com depoimentos, entrevistas, podcasts e vídeos têm sido produzidos pela CESE e/ou em parceria com movimentos ecumênicos e sociais. Eventos públicos – como rodas de diálogo, missões ecumênicas, atos públicos e até shows – também têm sido estratégias utilizadas para ampliar a comunicação.

A construção participativa de uma Política de Comunicação da CESE

A metodologia participativa de construção de uma Política de Comunicação foi o caminho escolhido para dar conta de uma dupla intenção com este processo: uma dimensão pedagógico/formativa/formulativa da comunicação na CESE e a escuta/colheita para a elaboração de um documento com os primeiros acordos possíveis sobre a operacionalização das práticas comunicativas da organização.

Para dar conta do objetivo de construção participativa de um texto-base – com as diretrizes e insumos (chamados de primeiros acordos) – para uma Política de Comunicação da CESE, foi adotada uma metodologia de caráter dialógico e participativo, partindo da acumulação desenvolvida nos processos de avaliação e da construção de projetos pela equipe e diretoria CESE.

O resultado deste processo foi a primeira versão da Política de Comunicação da CESE, com acordos que serão exercitados e experimentados no biênio 2022–2024, processo que será acompanhado, documentado e monitorado visando a aplicação coerente, a validação a partir das práticas e os ajustes para a melhoria permanente da Política de Comunicação.

1.  Fundamentos da comunicação

A comunicação da CESE tem como objetivos sensibilizar a sociedade para o engajamento na defesa dos direitos humanos e sensibilizar as bases das igrejas para a defesa de direitos. Atuamos com cuidado para produzir e compartilhar informação precisa.

Por meio de mídias próprias, a CESE contribui para formar um contraponto à mídia convencional, amplificando a visibilidade das causas defendidas pela instituição e pelas organizações parceiras.

A comunicação da CESE atua para dar visibilidade a projetos apoiados e fortalecer:

  • A sua marca;
  • As suas causas na sociedade, por meio de abordagens e fontes que projetam na cena pública vozes historicamente silenciadas, prezando pela qualificação da informação;
  • As causas de seus parceiros/as;
  • As causas das organizações populares e movimentos sociais;
  • O diálogo inter-religioso;
  • O diálogo entre as igrejas, o movimento ecumênico, OSCs e redes de outros campos;
  • A sua capacidade de mobilização de recursos;
  • As suas ações de incidência política.

Desta forma, a Comunicação atua em diálogo, parceria e articulação com todas as demais equipes da organização.

2.  Premissas de Comunicação

A comunicação é estratégica para a CESE. Assim, a sua prática não se trata apenas de ação de divulgação das ações da CESE, ainda que a produção e a circulação de informações e conteúdos seja uma de suas atividades fundamentais. A CESE não é uma agência de comunicação.

3.  Funções da comunicação

A partir das escutas internas dos setores, as decisões relacionadas à comunicação são tomadas pela Coordenação Executiva, em diálogo com a Direção Executiva.

A Comunicação cria e monitora periodicamente metas de alcance, sistemas de classificação de conteúdos e avaliação de tráfego nas redes e avalia periodicamente as suas ações.

A Comunicação tem as seguintes atribuições:

  • Gestão da Comunicação institucional (marca CESE);
  • Criação, produção e gestão de conteúdos;
  • Gestão da relação com a imprensa;
  • Campanhas;
  • Design das peças que a CESE produz;
  • Elaboração e monitoramento de metas de engajamento, sistemas de classificação de conteúdos e métodos sistemáticos de avaliação de tráfego e gestão das métricas de redes;
  • Atuação na agenda da comunicação como direito / direitos digitais.

Algumas destas atribuições são funções a serem desempenhadas pela equipe de Comunicação da CESE. Outras podem ser terceirizadas e, neste caso, o papel da equipe de Comunicação é supervisioná-las.

A produção de conteúdos de organizações parceiras e grupos apoiados não é uma atribuição da Comunicação.

4.  Funções da equipe

Responsabilidades da equipe de Comunicação:

  • Gestão da comunicação;
  • Produção e gestão de conteúdos;
  • Relação com a imprensa;
  • Comunicação institucional (marca CESE).
  • Campanhas institucionais;
  • Produção de conteúdos para diálogo internacional;
  • Design de todas as peças que a CESE produz;
  • Produção de conteúdos para redes sociais;
  • Interação nas redes sociais (curtir, comentar, compartilhar);
  •  Elaboração e monitoramento de metas de engajamento, sistemas de classificação de conteúdos e métodos sistemáticos de avaliação de tráfego e gestão das métricas de redes;
  • Atuar na agenda da comunicação como direito / direitos digitais.

A equipe de Comunicação também contribui com a produção de conteúdos para mobilização de recursos, atividades de incidência e divulgação de projetos apoiados.

5.  Comunicação interna

As tarefas de Comunicação Interna são compartilhadas entre todos os setores da organização. Neste âmbito, a Comunicação funciona como “catalisador”, apoiando em processos relacionados a formatos, linguagens e meios.

Cada setor tem a responsabilidade de comunicar (internamente), registrar e arquivar adequadamente os assuntos de sua seara. É também dos setores a avaliação do que deve ser comunicado.

6. Conteúdos

A atuação da CESE no movimento ecumênico, no diálogo inter-religioso e com movimentos sociais se traduz em uma capacidade de ser ponte entre o cotidiano das lutas, o campo ecumênico e outros organismos (organizações, agências, imprensa).

É valorizada a participação da CESE em coletivos de comunicação e a construção de pautas compartilhadas. As parcerias com redes de comunicadores/as dos movimentos sociais, organizações ecumênicas e veículos de comunicação alternativos potencializam nossa comunicação, em especial no que diz respeito a denúncias de violações de direitos.

7. Gestão da marca

Coletivos e grupos populares podem aplicar a marca da CESE nas suas peças de comunicação e relatórios, desde que as ações divulgadas estejam relacionadas a projetos apoiados e iniciativas conjuntas, conforme o Manual de Identidade Visual que orienta o seu uso.

8. Posicionamentos

A CESE deve se posicionar publicamente, e com celeridade, apenas sobre aqueles temas que dizem respeito às suas pautas essenciais. A iniciativa de um posicionamento da CESE pode vir de diferentes setores.

A CESE valoriza a construção de posicionamentos coletivos, assinados pela organização e por redes e organizações parceiras.

O universo de parcerias e diálogos da CESE é fundamental para orientar a tomada de decisões quanto aos posicionamentos.

A aprovação de um posicionamento deve envolver, sempre, a Comunicação, a Direção Executiva e Diretoria Institucional. Quando um posicionamento for aprovado, cabe à equipe de Comunicação disponibilizar o material a ser divulgado.

Para compartilhar posicionamentos de parceiros sobre temas da conjuntura, a comunicação deve consultar a Coordenação Executiva.

São porta-vozes da CESE: o/a Presidente, a Diretoria Executiva e a Coordenação Executiva, cada um/a em sua especialidade. Cabe a esse conjunto identificar a melhor representação para a demanda na qual se faz necessário o posicionamento institucional.

9. Fontes e temas

São fontes de informação para a produção de conteúdos:

  • Os/as representantes de projetos apoiados (agentes de projetos);
  • Os movimentos e organizações parceiras;
  • Representantes de igrejas e de organizações ecumênicas;
  • Pesquisadores e pesquisadoras.

Os temas prioritários para a produção de conteúdos da CESE são aqueles relacionados à sua agenda de atuação.

A equipe poderá representar a entidade nos posicionamentos públicos, desde que previamente acordado com a Direção Executiva e a Coordenação da CESE.

Quem fala em nome da CESE não deve emitir opinião pessoal, especialmente de natureza política, que não reflita as posições oficiais da organização.

10. Relacionamento com públicos

A CESE é vista por parceiros como uma organização que tem um papel de pautar temas e potencializar processos, portanto, tem uma comunicação voltada para públicos próximos / dentro do campo ecumênico, já que é composta por igrejas cristãs e atua em diversos temas e agendas, com o objetivo de fazer com que esses públicos entendam a importância da defesa de direitos para a justiça social.

Constituem público-alvo da CESE, com maior presença em ações do cotidiano:

  • As lideranças e representações de base de igrejas e organizações ecumênicas;
  • Os movimentos sociais;
  • As organizações da sociedade civil / segmentos da sociedade civil com os quais a CESE tem relação por apoiar projetos.
  • Os parceiros internacionais;
  • As agências de cooperação;
  • Organizações apoiadas através de processos de formação, diálogo e articulação.

Há públicos menos presentes no cotidiano da CESE que, no entanto, tornam-se público-alvo em contextos, estratégias ou projetos específicos. São eles:

  • As “pessoas comuns”
  • A Academia / Universidade;
  • A imprensa alternativa;
  • A imprensa comercial / meios de massa.

Em iniciativas de mobilização de recursos com pessoas físicas, estes/as possíveis “apoiadores/as” se convertem em público prioritário.

Em geral, a atribuição de relação com a imprensa é executada pela equipe de Comunicação de forma a reagir a solicitações. Quando esta relação precisa ser mais “ativa”, a equipe de Comunicação contrata e supervisiona o trabalho de assessoria específica. Em iniciativas como eventos, campanhas e ações de incidência, a imprensa

pode ser considerada público prioritário e demandar este tipo de serviço. Para estas atividades, desenvolve-se plano específico de comunicação, supervisionado pela Equipe e executado por fornecedor/a terceirizado/a.

Cabem à equipe de Comunicação da CESE a produção, o gerenciamento e a autorização do uso de depoimentos e imagens de seus públicos, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), para que possam ser divulgados no site e nas redes sociais.

11. Comunicação Digital

11.1  SITE

O site www.cese.org.br é o principal canal de comunicação da CESE online. Nele são divulgadas as parcerias, os projetos e as principais ações da organização, por meio de matérias, artigos, notícias, vídeos, podcasts, depoimentos e outros. Na página principal do site estão os telefones, endereço e e-mail para contato direto com a organização.

Cabe à equipe de Comunicação selecionar, produzir ou editar o material que será divulgado no site, sendo de sua responsabilidade a aprovação, quando necessária, com os autores e fontes de informação.

A equipe de Comunicação deverá ser consultada caso se julgue necessária a criação de sites para divulgação de iniciativas específicas (campanhas ou eventos). O registro de métricas do site deve ser feito pela equipe de Comunicação.

A CESE segue a Lei Geral de Proteção de Dados e disponibiliza em seu site sua POLÍTICA DE PRIVACIDADE, que informa como a organização utiliza os dados das pessoas físicas que acessam o seu endereço, bem como quais são os direitos do titular de dados.

A CESE integra no seu portal sites das agências de cooperação internacional e redes da qual faz parte.

A criação e a manutenção de sites devem ser orientadas por procedimentos específicos.

Em seu portal, a CESE dá visibilidade aos sites das agências de cooperação internacional e redes da qual faz parte, disponibilizando os respectivos links de acesso.

Cabe à equipe de Comunicação buscar alternativas para tornar o site mais acessível para pessoas com deficiência. Leitores de tela, tradução em libras e adaptações compatíveis com a utilização de tecnologias assistivas são recursos disponíveis pela organização para possibilitar a navegação na web.

11.2  REDES SOCIAIS

A atuação nas redes sociais está alinhada à missão da CESE.

As políticas institucionais (de gênero, equidade racial, de privacidade etc.) servem como elementos orientadores da atuação da CESE nas redes, assim como em espaços presenciais.

Nessas mídias, a organização comunica suas ações diárias e projetos apoiados, além de pautas gerais sobre a defesa de direitos, interagindo com seus públicos.

O relacionamento com os públicos nas redes sociais está pautado pelo diálogo e pela colaboração e não apenas pela divulgação de conteúdos.

A gestão do uso das redes sociais (produção de conteúdos, publicação, interação com conteúdos, interação com outras páginas) é de responsabilidade da equipe de Comunicação, que deverá indicar quais pessoas da equipe terão permissão para administrar os perfis institucionais.

A CESE não tolera qualquer opinião com conteúdos discriminatórios em relação a raça, credo / religião, cor, gênero, orientação sexual, qualquer tipo de deficiência, classe ou idade.

Para casos de ofensa, discurso de ódio, racismo e outros conteúdos discriminatórios em resposta a postagens da CESE, a equipe de Comunicação tem como procedimento:

  • Manter o posicionamento político-institucional;
  • Não responder a agressão diretamente;
  • Denunciar o comentário;
  • Ocultar o comentário, recolher e guardar o registro como possível prova em caso de judicialização da ação;

Ao se fazer presente nas redes sociais, a CESE busca, prioritariamente, estreitar o relacionamento com seus públicos. São mídias sociais da CESE:

Instagram.com/CESEdireitos
Facebook.com/cese1973
YouTube.com/CESEdireitos
Flicker.com/CESEdireitos

11.3  E-MAILS

O relacionamento oficial da equipe executiva da CESE através de e-mails com todos os públicos acontece com identificação @cese.org.br. O e-mail oficial para envio de mensagens é o cese@cese.org.br, conforme listado na página principal do endereço www.cese.org.br

Quinzenalmente, a organização envia o boletim CESE INFORMA, através do endereço para todas as pessoas cadastradas em nosso banco de dados de endereços eletrônicos. O cadastro está disponível no link: https://www.cese.org.br/categoria/noticias/

12.  Mobilização de recursos

A atividade de mobilização de recursos é institucional e perpassa todos os setores da organização. Cabe à equipe de Comunicação a produção de conteúdo para mobilizar recursos.

13.  Formação

Neste âmbito, a Comunicação tem como atribuição exclusiva a facilitação apenas das formações relativas às agendas da área.

Cabe à equipe de Comunicação a produção de conteúdos e peças para divulgação das formações promovidas pela CESE.

14.  Eventos

São “eventos internos” aqueles direcionados aos públicos de dentro da CESE (equipe, direção institucional, etc.); são “eventos externos” aqueles voltados aos públicos de fora da CESE (redes, organizações parceiras, movimentos sociais, grupos apoiados, etc.).

A organização e a realização de eventos externos são uma atribuição compartilhada entre todos os setores da CESE.

A organização e a realização de eventos internos são orientadas/coordenadas pelo setor/pessoa proponente da ação.

Cabe à equipe de Comunicação produzir conteúdos e peças para divulgação dos eventos internos e externos.

Quando o evento externo é realizado em parceria, o setor envolvido é responsável por sua organização e realização.

Eventos externos de grande porte que envolvem grande público (atos, mobilização ou campanhas) são realizados com apoio de pessoas e/ou empresas terceirizadas, supervisionados pela equipe de Comunicação e pela equipe do setor responsável pelo evento (quando se aplica).

15. Comunicação Visual e Impressa

A CESE produz materiais de comunicação visual e impressos (banners, folders, publicações) para utilização durante ações presenciais (eventos, atos, reuniões, formações).

A criação e a produção desses materiais obedecem a orientações do Manual de Identidade Visual.

16. Campanhas

As campanhas da CESE são ações coletivas, com tarefas distribuídas entre setores, e devem estar em sintonia com as políticas institucionais.

A atuação neste campo é orientada pelos temas que a CESE pauta e pela agenda dos movimentos, com o objetivo de aproximar seus públicos da defesa de direitos para a justiça social.

As orientações políticas de campanhas autorais (objetivo, tema, estratégia, público etc.) são definidas com apoio da Comunicação em diálogo com a Coordenação Executiva e a equipe do setor que coordena a iniciativa.

Cabe à equipe de Comunicação a produção de conteúdos e peças para divulgação das campanhas promovidas pela CESE, eventualmente, com contratação de fornecedores externos.

Esta Política de Comunicação foi elaborada tendo como base processo de avaliação e escuta realizado entre 2020 e 2021. Sua aprovação final ocorreu em Junho de 2022, quando passou a ser imediatamente adotada e implementada. Uma revisão desta Política está prevista para Março de 2023, tendo como base o processo de implementação e monitoramento a ser realizado ao longo de 2022.

 

Expediente 

DIRETORIA INSTITUCIONAL

Presidenta

Pastora Helivete Ribeiro Pinto Bezerra (Aliança de Batistas do Brasil)

Vice-Presidenta

Presbítera Eleni Rodrigues Mender Rangel (Igreja Presbiteriana Independente do Brasil)

Primeiro Secretário

Pastor Cláudio Márcio Rebouças da Silva (Igreja Presbiteriana Unida)

Segundo Secretário

Diácono Luciano Lima Santana (Igreja Católica Apostólica Romana)

Primeiro Tesoureiro

Bispo João Câncio Peixoto Filho (Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – IEAB)

Segundo Tesoureiro

Pastor Renato Küntzer (Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – IECLB)

Conselho Fiscal

Josileide José dos Santos (Aliança de Batistas do Brasil)

Carmem Andréa Blaas Rodrigues (Igreja Episcopal Anglicana do Brasil)

Pastor Sidney Retz (Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – IECLB)

Suplente

Júlia Taís Campos Ribeiro de Oliveira (Igreja Católica Apostólica Romana)

 

 

 

EQUIPE EXECUTIVA

Diretora Executiva

Sônia Gomes Mota

Secretaria Geral

Isabel Cunha

Assessoria de Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso

Bianca Daébs

Setor de Comunicação

Patrícia Gordano (coordenação)

Marília Pinto e Tarcilo Santana

Setor de Projetos e Formação

Dimas Galvão (coordenação)

Juçara Ferreira, Lúcia Ferreira, Marcella Gomez, Olga Matos, Rosana Fernandes, Vanessa Pugliesi, Viviane Hermida, Vinicius Benites

Setor Administrativo-Financeiro

Daniel Musse Pereira (coordenação)

Antônia Soares, Antônio Carlos Souza, Antônio Pereira, Débora Carvalho Ferreira, Eraldo Lessa, Gael Ferreira, Gilberto Oliveira, Renato Rebouças, Welligton Araújo

Consultoria do processo de construção participativa da Política de Comunicação

Michelle Prazeres (coordenação)

Rafael Burgos (assistente)